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Os queridinhos deles rejuvenesceram

Dois modelos de sapatos que surgiram no século XIX se modernizaram e voltaram com força para os closets masculinos. Atualmente, os modelos Oxford e Brogue são peças que não podem faltar na sapateira do homem contemporâneo.


Oxford ou Brogue: qual escolher nas diferentes ocasiões? Geralmente chamados pelo mesmo nome, os calçados possuem diferenças significativas entre si. Mesmo assim, causam confusão para eles – e para elas, quando querem opinar na escolha. Entenda mais sobre os modelos e acerte na decisão.

Um pouco mais formal
Nascido da sapataria tradicional inglesa, o Oxford ganhou espaço nos armários modernos. A denominação foi dada por ser usado por alunos da renomada universidade que leva o mesmo nome. Despojado, o aspecto sóbrio de seu desenho original foi mantido e, por isso, fazia parte dos uniformes estudantis. Possui versões coloridas e, às vezes, com mais de uma cor.
O recorte simples e seu visual sem muitos detalhes conferem charme e combinam com momentos que exigem certa dose de formalidade. A ponteira acentuada normalmente é delimitada por uma tira fina de couro ou costura, e ajuda a não cair no estilo simplório. Pelo design clean, tornou-se atemporal – ideal para se usar com ternos.
Boa dica para quem deseja fugir dos sapatos sociais americanos e mostrar personalidade na escolha do traje. A sutileza de seu formato confere charme e elegância aos homens de negócios.

Tradição revitalizada
O Brogue, considerado por designers de calçados uma variação chique do Oxford, já foi uma versão utilizada para atividades ao ar livre. Oriundo do cotidiano de fazendeiros da Escócia e Irlanda, teve sua releitura refinada. A sofisticação fez do calçado motivo de fila nas lojas da renomada grife Prada, quando lançou o modelo ainda mais estilizado.
Nos EUA, ele ganhou fama por ser considerado ideal em composições casuais. O Brogue – ao contrário do Oxford – tem uma infinidade de detalhes minuciosos na ponta e em volta de todas as costuras. Em seu couro, existe trabalho decorativo, recortado, com pequenos círculos. Começaram a ser produzidos em diferentes cores, como os conhecidos bicolors (preto e branco, ou creme e branco), a fim de inovar o padrão juvenil.
Esse sapato foi marca registrada do estilo masculino nos anos 20 e é uma opção inteligente para quem quer fugir do comum, sem exagerar.